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abx na mídia

August 29, 2017

Empresa atua com projetos e integração de IoT para conectar pessoas, empresas e cidades nos mercados verticais

A ABX Consulting acaba de firmar acordo comercial com a WND Brasil, que está implantando a primeira rede dedicada à Internet das Coisas no pais com tecnologia SigFox. Pelo acordo, a ABX Consulting atuará como provedora de consultoria de negócios para o desenvolvimento da rede e de soluções para os diversos setores da economia brasileira que podem ser beneficiados com as aplicações de Internet das Coisas.

Segundo Alexandre Britto, CEO da ABX Consulting, a iniciativa é consequência do amadurecimento do mercado de telecomunicações no Brasil, que permite avançar com os projetos de Internet das Coisas em todos os segmentos, com ênfase na indústria e serviços. “Para viabilizar este acordo com a WND Brasil ampliamos a nossa equipe e investimos na capacitação do nosso pessoal, que já possui vasta experiência em projetos de sucesso em telecomunicações”, afirma.

O executivo diz ainda que a nova fase da empresa é resultado da própria evolução como empresa focada em projetos inovadores de conectividade. “A IoT surge para nós como um novo desafio que será satisfatoriamente superado com o apoio de conectividade da WND Brasil e da tecnologia SigFox”, complementa. A empresa, que possui mais de 10 anos de existência, funcionará, segundo Britto, como elo de conexão entre as pessoas, empresas e cidades por meio do mundo das coisas.

Alexandre Reis, COO do Grupo WND (que, além do Brasil, tem operações no México, Argentina, Colômbia e Reino Unido), afirma que o acordo é uma importante contribuição para o plano de negócios da empresa. “A rede de parceiros e relacionamentos da ABX Consulting, que é altamente capacitada, viabilizou a assinatura deste acordo”, afirma. “Temos convicção que a parceria será um diferencial para o desenvolvimento de nossa rede e do nosso ecossistema”.

Tecnologia de Baixo Custo

A rede LPWA que está sendo instalada pela WND Brasil segue tecnologia desenvolvida pela empresa francesa SigFox (sigfox.com), já presente em 32 países, e que tem como característica principal ser uma rede de baixo custo que permite a conexão de bilhões de equipamentos e aparelhos à internet com baixíssimo consumo de energia. A arquitetura do sistema é altamente otimizada para o envio de várias mensagens curtas com alta confiabilidade.

Os custos de operação são muito inferiores às soluções atualmente existentes – a comunicação de dados por meio da rede celular, por exemplo. O approach único da tecnologia SigFox soluciona as três grandes barreiras para a adoção global de IoT, ou seja, oferece baixo custo de conectividade e equipamentos, baixo consumo de energia e oferece escala global.

A ABX Consulting atua na estratégia corporativa, desenvolvimento de negócios, gerência de projetos e programas de Tecnologia, Telecomunicações, TV e Internet e colaborou em quase todas as operações de TV por Assinatura no Brasil, assim como empresas de Tecnologia, Ensino a Distância e Grupos Religiosos.

WND BRASIL E ABX CONSULTING JUNTAS EM PARCERIA COMERCIAL

August 21, 2017

A WND Brasil acaba de assinar mais uma parceria comercial, desta vez com a ABX Consulting que atuará como provedora de consultoria de negócios para o desenvolvimento da rede e de soluções de IoT. “A atual rede de parceiros da ABX está capacitada para o desenvolvimento de dispositivos e aplicativos e para fornecer pontos de instalação para a rede WND”, afirma o CEO da ABX Consulting, Alexandre Brito. O CEO da WND Brasil, Francisco Cavalcanti, revela-se muito satisfeito com o acordo afirmado. “Temos certeza que é mais um diferencial para o desenvolvimento da nossa rede e do nosso ecossistema”, completa.

Acesso a PTT é estratégico para provedores disputarem mercado de vídeo

August 06, 2016

A estratégia para os provedores de Internet (ISPs) regionais para o mercado de vídeo, sobretudo aqueles com  infraestrutura de fibra, esbarra em um gargalo: a de poder chegar aos pontos de troca de tráfego (PTTs) mais relevantes, como o de São Paulo, administrado pelo NIC.br. É lá onde estão as redes de entrega de conteúdo (CDN) de empresas como Google, Netflix e Akamai. "Hoje o sonho é que gostaria de estar interligado com o PTT de São Paulo e, na minha empresa em Natal, hoje tenho 40% do meu tráfego trocando no PTT Natal", declarou o presidente da Abrint, Erich Matos Rodrigues, que também diretor da operadora potiguar Interjato. "É realidade do nosso mundo IP e acho que vai mexer no mercado porque quanto mais perto o conteúdo fica dessas redes, ficamos mais competitivos", disse, durante painel na ABTA 2015 nesta quinta, 6.

Rodrigues afirma que esteve esta semana com o NIC.br para perguntar como seria possível ajudar na ampliação da quantidade de PTTs – atualmente são 25 no País, mas a entidade espera chegar a 40 até o final do ano. São necessárias parcerias, com empresas cedendo espaço em locais onde seja estratégico construir o ponto. Ele acredita que, uma vez com o PTT construído, as CDNs também serão instaladas, já que é do interesse dos provedores de conteúdo estarem próximos do usuário.

Mas o executivo da Abrint e da Interjato diz que poderia haver maior colaboração para essa infraestrutura de troca de tráfego, sugerindo participação de operadoras ou da Telebras para realizar a interligação de PTTs. "Isso seria uma revolução no mercado IP e consequentemente na qualidade de acesso para todos", declara, lamentando não haver uma política de governo direcionada para esse fim.

Satélite

Naturalmente, há uma concentração de tráfego sendo direcionado a São Paulo, onde o PTT do NIC.br é, de longe, o mais acessado. E há dificuldade para se chegar lá, especialmente de provedores em locais distantes da capital paulista. Há a opção de compartilhamento de sinal de satélite, o "headend in the sky", para distribuir para várias operadoras em pontos remotos e não conectados entre si. "Hoje temos um projeto, não via banda Ku, mas banda C, porque sabemos que a banda Ku não aguenta oscilações de clima em país tropical, e a banda C é mais robusta", declara o presidente da ISP do interior paulista Life, Luis Eduardo Martins.

O consultor e ex-CEO da iON TV e da associação de operadores regionais Unotel, Alexandre Britto, acredita que o modelo é viável, apesar de ser um projeto antigo – fora anunciado há 20 anos pela norte-americana TCI, embora na época não tenha sido bem sucedido. "Pode ser via banda C ou banda Ku, que tem mecanismos de proteção e segurança muito fortes, mas talvez hoje possa atender ao modelo de PTT", declara. Para Britto, o modelo com DTH deve seguir alguns cuidados. Um deles é um pacote mais simples, eventualmente até sem os canais mais caros. Também a tecnologia deve ser mais barata, com caixas simples. "É uma solução para quem ainda não tem como entrar com vídeo em cima da fibra", disse ele, fazendo o balanço das lições aprendidas com a iON TV

IPTV é para quem pode, DTH para quem precisa

August 06, 2016

Para o pequeno provedor de Internet (ISP), a possibilidade de oferecer serviço de TV está atualmente com duas vertentes: por satélite (DTH), que oferece maior cobertura em regiões remotas; e por fibra (com IPTV), infraestrutura que tem se tornado cada vez mais barata e que garante maior capacidade alinhada com estratégia de banda larga. Há os dois tipos de caso, e opiniões divergem de acordo com a experiência de cada empresa, como foi discutido durante o último dia do Congresso e Feira ABTA 2015, em São Paulo, nesta quinta-feira, 6.

O consultor e ex-CEO da iON TV e da associação de operadores regionais Unotel, Alexandre Britto, defende a utilização do satélite ao justificar que a maior parte dos provedores que não pode contar com uma infraestrutura de fibra. "Mesmo que tenha (capilaridade de fibra), ainda há clientes que são rádio, e eles não vão poder tirar proveito algum do IPTV. Acho que a curto e médio prazo, a solução ainda é o DTH", declarou ele.

Britto explica que, quando foi aprovada a Lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), houve expectativa grande de poder concorrer com grandes operadoras, mas que isso foi "um grande erro" – a sugestão agora é "começar pequeno, pensando pequeno, para ter potencial de entrada no cliente final". É uma estratégia de poder competir com um triple-play, ainda que começando "com caixa bem baratinha, lineup bem enxutinho". Na avaliação do executivo, é inviável para um ISP instalar um DTH ou headend de maneira individual, precisando de um agente "agregador, não só no sentido tecnológico de enviar sinal de satélite, mas de fazer negociação de conteúdo, sistema próprio, negociação em escala para equipamento e set-top box".

O presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Erich Matos Rodrigues, diverge dessa posição. Para ele, o DTH é "mais como solução de contenção do que propriamente como negócio; quem está fazendo é para ser triple-play". O executivo diz ter dúvidas se não seria melhor oferecer a tecnologia como um negócio sustentável, e não apenas como argumento de retenção.

Rodrigues afirma que há 2,2 milhões de acessos fornecidos por ISPs, sendo 75% com rádio ("mas esse número já foi de 90%"). Desse total, 500 mil seriam de fibra, ou de fibra até o poste. "E o número vem crescendo, já existem clientes registrados na Anatel em 152 cidades atendidas com fibra", destaca. Vale lembrar a afirmação do diretor geral da associação NeoTV, Alex Jucius, na quarta-feira, 5, quando disse que os ISPs já superam as grandes operadoras na quantidade de fibra adquirida de fornecedores.

Fibra é carne de vaca

Uma das operadoras que comemora a infraestrutura ótica é a Life, operadora de Marília e mais sete cidades do interior de São Paulo que investe em fibra até a residência (FTTH) e, por meio dessa rede, IPTV em três dos municípios atendidos. O presidente do ISP, Luis Eduardo Martins, explica que não foi uma decisão simples escolher a plataforma, e houve atropelos com problemas de firmware, atualizações, fornecedores e modelos. "Mas hoje a gente conseguiu amadurecer e para nós temos 1.000% de certeza que acertamos no modelo", assegura. Segundo o executivo, os assinantes destacam a qualidade de imagem, rendendo uma nota 9,13 segundo auditoria interna. A companhia tem parceira com a Cianet para desenvolvimento e fornecimento do set-top box e seu sistema.

Martins acredita que a infraestrutura ótica tem proporcionado resultado, recomendando esse modelo (que também utiliza headend compartilhado) para pequenos provedores. "Eles realmente estão construindo rede, vão poder ter serviços de IPTV de qualidade e tenho certeza absoluta de que esse é o futuro", declara. "Fibra tem se tornado carne de vaca (no universo dos pequenos provedores)", completa.

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